Celestial War between Jesus and Satan from Adventista on Vimeo.
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Agora que aprendemos o que é “Temer” a Deus. Encontramos uma profecia em Apocalipse (vamos chamá-la de profecia A14, guarde está sigla) que fala sobre a importância desse termo para as pessoas que vivem próximas do fim do mundo. Mas antes de entramos na profecia em si vamos responder a seguinte pergunta, estamos no fim do mundo?

Muita gente acha que sim, outros duvidam. Bem, não é novidade pra ninguém que Jesus havia dito que no fim do mundo se ouviria falar de “guerras e rumores de guerras, terremotos, nações aterrorizadas pelo bramido do mar e das ondas, maldade, ausência de amor em quase todas as pessoas, falsos Cristos” e etc... Mas alguém ainda pode achar que isso não é suficiente pra definir o tempo do fim. Então vamos ser mais precisos.
Para isso é preciso entender outra profecia. Em Daniel 12:4(“Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará”.) um anjo diz para Daniel fechar o livro que ele havia escrito (o livro de Daniel) que ele seria reaberto no tempo do fim, quando muitos o estudariam e então o conhecimento sobre o livro se multiplicaria. Sendo assim temos uma profecia que diz que desde Daniel (cerca de 600 anos antes de Cristo) até o período do fim do mundo, o livro ficaria fechado. Ou seja, ninguém entenderia o seu conteúdo, visto que o livro de Daniel nunca foi literalmente fechado, como se passassem cadeados e chaves ao redor dele. Todo o conteúdo sempre foi de livre acesso de todos, mas nem Daniel, nem ninguém, entendiam o seu conteúdo. Um exemplo disso é Daniel 8:26 “...preserva a visão porque se refere a dias ainda mui distantes”. Daniel tem uma visão que ele não entende, e o anjo não desvenda, porque é uma visão para ser compreendida em “dias ainda mui distantes”.
Sendo assim, sabemos de uma coisa. Sabemos que no tempo do fim, o livro de Daniel seria reaberto e finalmente compreendido (“muitos o esquadrinharão e o saber se multiplicará”).
Será que isso já aconteceu? Sim. Em 1798 quando o Papa foi aprisionado e o poder de governo do papa foi destituído. Napoleão Bonaparte tentava conquistar o mundo e logo depois disso vieram a revolução industrial e o Iluminismo. Pondo a razão acima da fé e questionando todo o governo religioso que sempre vigorou no período medieval. Em meio a essas revoluções todas, o protestantismo surgiu. E a Bíblia finalmente pode ser impressa! O que aumentou extraordinariamente o acesso a ela e todo o seu conteúdo, que por centenas de anos esteve restrito.
A partir de então as pessoas começaram a pensar que o fim do mundo havia chegado. E começaram a estudar a Bíblia e principalmente o livro de Daniel que continham uma mensagem selada para o tempo do fim.
Em Apocalipse10:2 aparece um anjo segurando um “livrinho” que estava fechado e foi aberto (a palavra grega avnoi,gw – anoigo significa algo fechado que foi aberto). Que livro será esse? Sim, exatamente, o único livro fechado do Antigo Testamento, Daniel. Logo depois em Apocalipse 10:6 o anjo que abriu o “livrinho” jura: “Já não haverá demora!” referindo-se ao fim do mundo pela Volta de Jesus.
Sendo assim, quando que o livro de Daniel foi “reaberto”? Quando que o saber sobre ele se multiplicou e muitos o esquadrinharam? A partir do fim do século XVIII e inicio do século XIX. Quando o livro voltou a cena e muitas pessoas compreenderam suas profecias.
Sendo assim, já estamos no TEMPO do fim. Não é de se admirar que as palavras de Jesus façam tanto sentido hoje, e que os seres humanos estão se comportando como aqueles descritos para o fim do mundo.
Mas e agora? O que A14 tem para me dizer?
Continua...
Então vamos imaginar que você esteja num tribunal e alguém diga que o Juiz irá entrar. O comportamento correto é, ao saber que o juiz irá adentrar a corte, ficar de pé. Em respeito a presença consciente e percebida do juiz. Você não age por medo aqui. Você dificilmente iria usar o termo “temer” nessa circunstancia, mas essa idéia em hebraico só pode ser explicada com a mesma palavra para “temor”, por não haver outra que expresse melhor. Numa última analise, você respeita o juiz porque ele tem poder. E pode te por na cadeia caso o desrespeite. Por isso você o “teme” (respeita).
Na Bíblia encontramos uma expressão muito comum que se refere ao modo como devemos nos sentir a respeito de Deus, traduzida para o português como : “Temor” e as vezes literalmente “medo” para o inglês (fear). Muitos entendem que se refere a ter medo de Deus. Como na charge publicada abaixo (que pode ser facilmente resolvida ao se colocar o texto de Mt 10:28 no seu devido contexto, Jesus não está falando de Deus, e sim do diabo, erro infantil).
Primeiro é Importante notar que o Hebraico é um idioma pobre em verbetes (aproximadamente 11.000 comparados com 270.000 do português, aproximadamente). Sendo assim a palavra usada para representar respeito e consciência de Deus foi traduzida por temor. Mas não é só isso. A palavra quer dar uma idéia que afete seu comportamento.
Então você está agora num casamento, e alguém diz: Eis a noiva! (ou toca a marcha nupcial, whatever...) Você se levanta porque? Porque é o procedimento correto diante da presença de uma noiva em plena marcha nupcial. Agir diferente disso não é sensato. Pode demonstrar falta de apreço pela noiva ou pela cerimônia, o que seria considerado falta de respeito.
Por isso quando a Bíblia está dizendo “Tema a Deus” ela quer apenas dizer: Aja como se Deus existisse. O respeite, o tema de verdade porque Ele tem poder pra fazer o que quiser, viva como alguém que vive num Universo que tem dono! Tem Deus! A Consciência da existência de Deus será capaz de fazer o seu comportamento mudar. Na verdade se Deus existe, se comportar como se ele não existisse é tão absurdo quanto não fugir do tubarão, não levantar para um juiz ou não levantar para a passagem da noiva.
Se Deus existe, agir como se isso não fosse verdade, será um tipo de esclerose, é estar fora do tom, é a criatura negar seu Criador.
Entretanto tem muita gente que crê em Deus (ou pelo menos assente que Ele exista), mas não vive como isso fosse verdade. Apenas dizem crer. Mas não vivem sobre o efeito dessa realidade. Elas não temem a Deus.
Pense bem, se Deus realmente existe, e está interessado em você e cada coisa que você faz ou pensa, isso não afetaria todo o seu jeito de viver? Isso é temer a Deus.
Continua...
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Iniciarei uma seqüência de Posts a respeito de profecias sobre o “tempo do fim” a partir deste post. Os títulos conterão sempre o Título “Profecia” e a numeração da seqüência (Ex: Profecia I, Profecia II e etc...).
A Intenção destes posts é demonstrar que a Bíblia tem mais do que boas idéias para oferecer, ou problemas para causar. Vamos dar uma olhada nas suas profecias e ver se são confiáveis, possíveis e acima de tudo, qual o objetivo delas.
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Um grande abraço.
O ser humano não pode resolver o próprio problema. Nossa Natureza está corrompida. Não os nossos atos. Nós falhamos, naturalmente. Por isso falar de valores morais, de praticar o bem, sem o autor do discurso, sem a normatização da autoridade (palavra que advém até de "autoria), estamos perdidos no mundo da subjetividade. Sem o ponto de referência, que nesse caso é a origem dos ensinamentos estamos a mercê do relativismo de nosso pensamento. Debateremos idéias e não conceitos absolutos. Faremos com que assassinatos se tornem justificáveis, mortandades praticáveis e mentiras sejam corriqueiras. Só precisamos encontrar uma razão para isso na subjetividade de nosso pensamento. Se não existe uma Autoridade acima da humanidade que possa cobrar e suster os valores morais, o que temos? A subjetividade dos povos. Se dissermos que roubar é errado, logo aparecerá alguém dizendo que se você estiver morrendo de fome e sua família também, e você nunca recebeu educação adequada ou teve oportunidades na vida, isso se torna desculpavel.
"O coração do homem é enganoso" (Jeremias 17:19). Não seremos capazes de, nós mesmos, cuidar de nossos valores. Nosso coração enganoso, nossa natureza, nos enganará se for preciso, para alimentar o mal que dentro de nós habita naturalmente.
E não entendo porque uma idéia de Cristo deveria ser propagada, sem o Cristo da idéia! Ora, costumamos chamar esse ato de plágio, roubo da propriedade intelectual de outro.
Pense comigo, nem que seja hipotéticamente, se somos realmente maus, e a Bíblia esta certa, como perceberíamos? Como? Se o príncipio da maldade é se opor ao bem, como conseguiriamos perceber o que é bom, se nosso filtro natural é mal? Se a Bíblia estiver certa será impossível perceber por nós mesmos. Ainda quando fazemos a coisa certa, podemos estar agindo pelos motivos errados e portanto, invalidando nossa ação. Bezerra da Silva disse que "Se malandro soubesse como é bom ser honesto, seria honesto só por malandragem". Interpretando e aplicando, "Se um egoísta soubesse como é bom ser altruísta, seria altruísta só por egoísmo". Algo, externo a nós, precisa dar o sinal. Jesus aparece arrastando multidões porque Ele consegue quebrar o nosso paradigma de maldade. Ele não o possui. E nos diz qual é o caminho. "Eu sou o caminho", Ele diz. Suas palavras não foram: "o bem é o caminho", "o amor é o caminho", "a gentileza é o caminho". Essas coisas em sí mesmas são boas, mas não nos completam, não removem de nós nossa maldade. Não apagam nosso passado.
Tiramos Jesus de cena e não conseguimos mais definir o que é traição. O que é pecado. O que é errado. O que é prejudicial. O que era errado a 50 anos atrás hoje é comum e normal... o que mudou? Os valores mudaram. Porque? Por que não há referência. Estamos a mercê da nossa própria maldade, pintando o profano com o santo. Pintando um arco-íris numa parede suja. Mas não passa de tinta. Um forro falso. O que somos esta lá dentro. E você conhece bem, você se envergonha, há coisas que nunca será capaz de dizer, sempre há. Você pode fingir que não precisa dEle. Mas nós sabemos o quanto Ele nos faz falta. Não basta fazer o bem que EU acho correto. É preciso fazer o bem que JESUS dizia ser correto.
( A foto do momento)
Este vídeo é parte do discurso feito por Severn Suzuki na ECO92 no Rio de Janeiro. Um encontro mundial sobre o meio-ambiente. Eu tive o privilégio de visitar a ECO92. Mas tinha apenas 10 anos de idade e não fazia a mínima idéia da gravidade do problema (assim como o resto do mundo que só foi acordar para a questão mais de 10 anos depois). Para mim foi apenas um passeio legal com os amigos da escola, mas algo importante acontecia ali, e o ápice desse evento foi sem sombra de dúvidas, o momento em que uma criança de 12 anos de idade, cala as autoridades internacionais com um discurso simples e impactante.
Mas não é sobre meio-ambiente que quero tratar agora, é sobre nós seres humanos. Os causadores do impacto sobre o planeta. OS destruidores da Terra. Separei está parte do discurso (Você pode assistir ao discurso completo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=PAHNVz95I5A) para analisarmos a realidade nele expressa.
A menina de 12 anos percebeu, que os adultos ensinam as crianças exatamente aquilo que eles não fazem quando adultos. Mas isso não é tão simples assim de se notar, porque a verdade é que nenhum adulto PARECE “desrespeitar os outros”, quanto mais educados (como políticos internacionais) sempre fazem PARECER que “resolvem as coisas bem”, PARECEM “não maltratar outras criaturas”. Mas basta um olhar mais cuidadoso e a verdade se mostra o exato oposto. Fazem guerras (não acho que isso seja resolver algo bem, ou evitar uma briga), poderosos desrespeitam os outros sem cerimônia, e maltratamos criaturas com a desculpa de nos vestirmos com elas, nos divertimos com elas, nos alimentarmos delas e etc. Fora a maneira indireta como fazemos todas essas coisas, pela simples omissão. Nossas “ações não refletem nossas palavras!”
Nós, infelizmente, somos corruptos demais. Mesmo quando discursamos corretamente, em nome da ética, do caráter, da educação, da civilidade, estamos na verdade, escondendo nossa própria agenda para realização de nossas mais terríveis vontades. Fingimos ser educados e civilizados apenas para fabricarmos bombas atômicas e testá-las em comunidades distantes e aparte de nossa empatia. Pedimos licença ao sair da mesa, sorrimos e apertamos as mãos dos amigos e às vezes até dos inimigos, ensinamos a nova geração os preceitos do bem e do progresso, apenas para podermos nos enriquecer ao custo desleal da vida dos menos favorecidos. Queremos casas, piscinas, carros, ar condicionado, conforto, enlatado, televisão, entretenimento, ao custo de todos os valores que pregamos. Não porque estamos interessados nos valores, mas porque queremos viver bem ainda que seja ao custo de alguém. “Então vamos educar o mundo. Ensiná-los a se calar, a não lutar, a fechar os olhos e aproveitar o que a vida tem a oferecer. ‘Futuro’? que os que viverem lá se preocupem com os problemas de lá. Já temos muitos problemas aqui (no presente), temos que aproveitar”!
Não quero ser redundante, mas espero que esteja óbvio para a maioria das pessoas que nosso sistema de valores está afetado por nossos interesses, por nossa natureza. Podemos até saber o que é bom, mas fazer... E muitas vezes me questiono se sabemos realmente. O irmão de Jesus, Tiago, escreveu em seu livro (Inserido na Bíblia) no primeiro verso do capítulo 4: “De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos PRAZERES que militam na vossa carne?”. Há uma sabedoria absurda nesse texto. Vou fazer uma pergunta simples, por que não paramos de comer carne, de maltratar os animais que tem sentimentos, sentem dor, choram e são traumatizados psicologicamente como nós humanos? Pelo prazer que temos em consumi-los. Não há como negar isso. Seres humanos vivem sem carne. Conheço alguém com 1,94 de altura, 26 anos, e nunca ingeriu nenhum animalzinho, é saudável até demais, possuindo inclusive uns quilinhos a mais, rs. Mas não queremos parar o consumo de algo que nos agrada tanto, não é? Pensaremos em “N” desculpas para justificar e racionalizar nossas atitudes. Nossos interesses, prazeres, são as causas de brigas e guerras. Um país tem um interesse que se opõe ao de outro, está iniciada uma guerra. Com mortos inocentes, soldados, perdas irreparáveis e gasto desnecessário do dinheiro público. Boas coisas poderiam estar sendo feitas, mas os nossos próprios interesses serão o próprio juízo contra nós.
Acho que é por isso que as pessoas não tentam encontrar a solução. Porque buscar uma solução para isso é reconhecer que estão nesta situação. E muitos não querem mudar seus estilos de vida, as regras atuais do jogo, porque todos tem as suas próprias agendas. É por isso que muitos fogem de Deus e de Jesus, acham que Deus vai tirar-lhes a oportunidade de serem felizes, ou irá se interpor entre eles e seus interesses. Ainda que isso possa ser verdade para alguns, que Deus se interponha entre mim e minha natureza egoísta sempre que quiser, porque os frutos de uma vida sem limites, ou com falsos limites, nós estamos prestes a colher. Que o digam os ursos polares, e os miseráveis deste mundo.

“...com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33:31). Nosso mundo não está em colapso, não é o meio ambiente que está se decompondo, nem nossa sociedade. Nós estamos! É nossa ambição por LUCRO. Esse é o nosso veneno. Até podemos falar de amor, conhecimento, educação, tecnologia, progresso, mas uma coisa nunca muda há anos, nosso desejo por LUCRO. Isso tem pautado nossas decisões e definido nossa realidade como ela é hoje. Se educação, conhecimento e tecnologia fosse a solução estaríamos bem melhor agora. No entanto nosso conhecimento e nossa tecnologia nos levaram mais longe ainda. Duas Guerras mundiais e várias outras guerras homéricas e sanguinolentas no século mais educado da humanidade. Usamos aviões para jogar bombas, sistemas de foguetes espaciais para lançar mísseis e ainda travamos guerras em nome do lucro sim!
Fazia muito tempo que um filme não mexia comigo dessa maneira. O filme em português se chama “Na Natureza Selvagem” (Into the Wild), foi dirigido por Sean Penn e tem uma trilha sonora que ambientaliza incrivelmente o filme inteiro. Ele conta a história REAL de Chris McCandless que ao se formar, sai com seus 23 anos, sem lenço e sem documento, queimando as notas de dinheiro que tinha na carteira, para uma aventura em meio a natureza. Uma aventura anti-materialista. Que tornaria sua vida um convite a reflexão.
O filme me tocou, primeiro pela identificação com o personagem e seu desejo de viver na natureza. Segundo pela busca que ele estava realizando. Uma busca profunda pelo verdadeiro significado da vida, ou como ela deve ser vivida. Para quem nunca viu o filme, vale muito a pena. Não vá achando que se trata de entretenimento puro. O filme tem uma ideologia, ainda que sua intenção tenha sido apenas relatar e reconstruir a aventura de Chris McCandless, o filme acaba por nos trazer as conclusões de sua jornada.
Não pretendo estragar o filme para quem não viu. Mas não sabia que meu penúltimo post faria tanto sentido. Pra falar a verdade. Eu me emocionei demais, quando vi a conclusão que ele chegou a respeito da vida. Eu tinha passado o filme inteiro pensando naquilo. Fiquei imaginando quando ele perceberia a realidade que parecia estar lhe faltando. Claro, em vista de tudo que ele viveu antes, fazia sentido o rumo que tinha tomado. Entretanto ele teve várias pistas pelo caminho do que realmente era importante, mas queria perceber por si só o que era a vida. Se ele não houvesse compreendido o que ele compreendeu, o filme por mais belo e tentador que fosse, teria sido apenas intoxicante e venenoso.
Ele nunca perdeu sua fé. Isso também foi importante pra mim. Desafiou todos os paradigmas do seu tempo, mas não pode negar a existência de um Deus, mesmo sendo fruto de uma educação tirana. Via propósito na natureza e nas pessoas que conheceu.
Eis as fotos de sua aventura.
Pra não dizer falida, visto que muitos casamentos são mantidos legalmente, mas estão dissolvidos na prática. As pessoas não sabem mais se ligar, se conectar (como abordado em tópico anterior). Estamos cada vez mais isolados. O tempo está passando e estamos nos tornando “Ilhas”. Isso é tão nítido que até os nossos beijos, nem são beijos mais. Apenas tocamos as bochechas e emulamos o beijo através de um som produzido por nossos lábios, próximos aos ouvidos de alguém. Nossos lábios não tocam as pessoas. Exceto quando queremos nos aproveitar delas, pra nos sentirmos bem, então as beijamos com nossos lábios, mas não com nossa mente. Não com comprometimento em manter um sentimento, uma decisão. E tem sido sempre assim ultimamente, nós (EU) no centro da ação.